Paradise Lost – Ascension (2025) | Falando Sirius

A morte torna todos iguais, independente de status, nascimento ou qualquer ser que você for e em Ascension isso é deixado bem explicito.

Sendo o decimo sétimo álbum de studio do Paradise Lost, Ascension vem com um trabalho árduo de ficar pelo menos em pé de igualdade com o incrível Obsidian (2020), o que faz com maestria, pois Ascension, traz toda a angústia, solidão, beleza e dor da morte.

Ascension já chama a atenção pela capa, onde foi utilizado a pintura The Court of Death do pintor e escultor inglês George Frederick Watts, um importante nome do Simbolismo, famoso por suas obras alegóricas e em The Court of Death, vemos um anjo sentado em um trono no meio da pintura, com um recém nascido nos braços, além de figuras dos mais ricos aos mais pobres, mostrando que perante a morte todos nos tornamos iguais, e é esse ponto que o álbum é magistral.

A voz potente e cavernosa, de Nick Holmes, consegue expressar facilmente o sentimento de desolação, os riffs embalam em uma sinfonia para um caminho além da vida, para a derradeira escuridão e fim.

Posso destacar facilmente Tyrants Serenade, Lay A Wreath Upon The World e Salvation, para aqueles que ainda não estão convencidos a ouvir o album.

O álbum já se torna um clássico da banda, trazendo o que eles sabem fazer de melhor em questão de composição, sonoridade e peso, se tornando um dos álbuns que mais ouvi em 2025.

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Paradise Lost – Ascension


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